Minha netinha
sexta-feira, 24 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
TRAÇOS
TRAÇOS
Já tenho traços e sinais da velhice, mas conservo da meninice a alegria.
Em todos esses tempos dispararam e cravaram em mim o vício da vida.
Se pensar, quem quase morreu esta vivo.
Ou quem quase vive já morreu.
Acredite em você, não desconfie do destino.
Tente vença o medo e impeça que a rotina ti sufoque.
Cerque o seu coração de amor e proteja a alma.
Ame, não deixe o seu romance sem cor mesmo que sofra.
Para dor só tempo.
Para fracassos só chance.
Para erros perdão.
Faça da lágrima uma linguagem.
A vida merece oportunidades, amplie os horizontes com inspiração.
Autora: Solange Netto Andrade
12/10/2009
Já tenho traços e sinais da velhice, mas conservo da meninice a alegria.
Em todos esses tempos dispararam e cravaram em mim o vício da vida.
Se pensar, quem quase morreu esta vivo.
Ou quem quase vive já morreu.
Acredite em você, não desconfie do destino.
Tente vença o medo e impeça que a rotina ti sufoque.
Cerque o seu coração de amor e proteja a alma.
Ame, não deixe o seu romance sem cor mesmo que sofra.
Para dor só tempo.
Para fracassos só chance.
Para erros perdão.
Faça da lágrima uma linguagem.
A vida merece oportunidades, amplie os horizontes com inspiração.
Autora: Solange Netto Andrade
12/10/2009
AINDA
AINDA
Ainda pior que a convicção é a incerteza.
Ainda me incomoda e entristece quem mata.
Ainda me preocupam as chances e oportunidades perdidas.
Ainda me preocupa a frieza dos sorrisos.
Ainda me entristece o abraço frouxo.
Ainda me envergonho da indiferença.
Ainda me angustia a covardia de ser feliz.
Ainda me arrasa a indecisão entre alegria e dor.
Ainda me fere a derrota antecipada a certeza da vitória.
Questiono-me a vida morna: Noite sem estrela e lua, dia sem sol e vento, mar sem ondas.
Ainda ti pergunto? Onde estão as virtudes que amplia e ilumina a inspiração.
Ainda ti pergunto?
O que traz dentro de si.
Autora: Solange Netto Andrade
15/10/2009
Ainda pior que a convicção é a incerteza.
Ainda me incomoda e entristece quem mata.
Ainda me preocupam as chances e oportunidades perdidas.
Ainda me preocupa a frieza dos sorrisos.
Ainda me entristece o abraço frouxo.
Ainda me envergonho da indiferença.
Ainda me angustia a covardia de ser feliz.
Ainda me arrasa a indecisão entre alegria e dor.
Ainda me fere a derrota antecipada a certeza da vitória.
Questiono-me a vida morna: Noite sem estrela e lua, dia sem sol e vento, mar sem ondas.
Ainda ti pergunto? Onde estão as virtudes que amplia e ilumina a inspiração.
Ainda ti pergunto?
O que traz dentro de si.
Autora: Solange Netto Andrade
15/10/2009
EU APRENDI
EU APRENDI
Eu aprendi que tenho menos tempo, mas consigo amar mais.
Eu aprendi que pacífica é uma criança dormindo em meus
braços.
Eu aprendi que conselho só em casos de vida ou morte.
Eu aprendi que se não posso ajudar eu rezo.
Eu aprendi que classe, dinheiro não compra.
Eu aprendi que basta um acontecimento para a vida ser
espetacular.
Eu aprendi a pensar e fazer calmamente as coisas, pois
Deus não fez tudo num só dia.
Eu aprendi a me apaixonar para ver a perfeição nas pessoas.
Eu aprendi amar mais e mais convivendo com meus pais.
Eu aprendi a aproveitar as oportunidades e nunca me
perder.
Eu aprendi a melhorar como
pessoa, sorrindo sempre.
Autora:
Solange Netto Andrade
14/03/2011
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